domingo, 16 de janeiro de 2011

Célula / Grupo de Estudo

                                                          Celula em Português BR/PT
                                                                   Celula em Espanhol


                                                          Celula em Português BR/PT
                                                         Aniversário de Ruti & Natalia


                                                                         Parabéns


Célula BR/ PT/ ES Sextas-feiras às 19:30 (Exceto no dia anterior ao Latino Worship)
Louvor em Português e Espanhol / Mensagem Evangelica

domingo, 9 de janeiro de 2011

Evangelisch - Mthodistische Kirche / Grupo Latino Worship 09/01/2011

Startseite






Latino Worship 08/01/2011

Joel & Madeleine Schumperli & Kinder
Sevilla. Spanien














Os Conflitos da Carne
Galatas 5 : 17-21,
17- Porque a carne cobiça contra o Espírito, e o Espírito contra a carne; e estes opõem-se um ao outro, para que não façais o que quereis.
18- Mas, se sois guiados pelo Espírito, não estais debaixo da lei.
19- Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: adultério, prostituição, impureza, lascívia,
20- Idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias,
21- Invejas, homicídios, bebedices, glutonarias, e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus.
Carnaval = Nome original do Italiano de Milão, Carnavali ( Tempo em que se faz toda a vontade da Carne.)
Egipto, Osíris foi um dos deuses mais populares do Antigo Egipto, cujo culto remontava às épocas remotas da história egípcia e que continuou até à era Greco-Romana, quando o Egito perdeu a sua independência política.
A festa celebrada a osíris tinha que esta fantasiados ter muita bebida orgia e sacrificios.
Dioniso, Diónisos ou Dionísio (do grego Διώνυσος ou Διόνυσος) era o deusgrego equivalente ao deus romano Baco, dos ciclos vitais, das festas, do vinho, da alegria, mas, sobretudo, da intoxicação que funde o bebedor com a deidade. Filho de Zeus e da princesa Semele, foi o único deus olimpiano filho de uma mortal, o que faz dele uma divindade grega atípica.
O culto dionisíaco
Os ritos religiosos dedicados a Dioniso eram conhecidos como os Mistérios Dionisíacos. Implicavam normalmente agentes tóxicos, na sua maior parte vinho, para induzir transes que erradicavam as inibições. O Culto de Dioniso assentava em rituais, mas há muito pouca informação concreta sobre a maior parte deles. Sabe-se que os ritos se centravam num tema de morte-renascimento e que a maior parte dos praticantes eram "intrusos", ou seja estrangeiros, foras-da-lei, escravos e, especialmente, mulheres. Acredita-se que eles entravam em transe e usavam música rítmica nos ritos.
As mulheres que participavam nestes rituais imitavam a conduta das Ménades. Executavam danças frenéticas, extáticas, muitas das vezes em volta da imagem de Dioniso. Nestas danças, as mulheres lançavam as suas cabeças para trás, expondo as gargantas, rolando os olhos, e gritando como animais selvagens. Também executavam um ritual sacrificial, durante o qual as mulheres matavam cabras, cordeiros e gado e devoravam a sua carne crua

O deus Momo

Era representado com uma máscara que levantava para exibir seu rosto, e com um boneco numa das mãos, simbolizando a loucura.

Mas a euforia do carnaval desde sua origem até nossos dias tem mostrado que o melhor mesmo é ser contagiado pela tristeza pois este sentimento ao menos pode levar a Deus. Com origens no Egito antigo quando o sagrado boi Ápis era levado em procissão até o rio Nilo, já neste tempo era uma festa repleta de orgias e promiscuidades sexuais de um povo grotescamente fantasiado. Com as conquistas da Grécia e de Roma, esta festa egípcia foi levada para outros lugares. Na Grécia tomou o nome deDionisíaca em honra ao deus do vinho, Dionísio, e em Roma, Bacanal, em homenagem ao deus do vinho, Baco. Com a influência do cristianismo, estas festas pagãs deixaram de ser promovidas pelos poderes públicos. Mas na Idade Média, sob a tolerância da Igreja, voltaram com outro nome:carnevale = ( vocábulo Italiano que siguinifica,Tempo em que se faz toda vontade da carne ). Foi a maneira encontrada para aproveitar o máximo dos últimos momentos antes do jejum de 40 dias da Quaresma quando nenhuma manifestação de alegria era permitida. Em nosso país o carnaval, uma atração turística para o mundo inteiro com conotação bem conhecida - sensualidade e promiscuidade, ultrapassou os moldes do paganismo antigo. Dedicado ao Momo, deus da mitologia grega que representa a zombaria e o sarcasmo, o carnaval brasileiro debocha dos princípios morais de maneira escandalosa.

A ESPIRITUALIDADE DO CARNAVAL

“CARNAVAL É UMA GRANDIOSA COSMOVISÃO UNIVERSALMENTE POPULAR DE MILÊNIOS PASSADOS... É O MUNDO ÀS AVESSAS”. (BAKHTIN, 1970) 

O CARNAVAL REALIZADO NO BRASIL É A MAIOR FESTA POPULAR DO MUNDO. GRANDE PARTE DOS FOLIÕES BRASILEIROS, NO ENTANTO, NÃO CONHECEM AS ORIGENS E AS IMPLICAÇÕES DESSA FESTA

A DIFERENÇA ENTRE O CARNAVAL DA ANTIGUIDADE PARA O DE HOJE É QUE, NO PRIMEIRO, AS PESSOAS PARTICIPAVAM DAS FESTAS MAIS CONSCIENTES DE QUE ESTAVAM 
ADORANDO AOSDEUSES. O CARNAVAL ERA UMA PRÁTICA RELIGIOSA LIGADA À FERTILIDADE DO SOLO. ERA UMA ESPÉCIE DE CULTO AGRÁRIO EM QUE OS FOLIÕES COMEMORAVAM A BOA COLHEITA, O RETORNO DA PRIMAVERA E A BENEVOLÊNCIA DOS DEUSES. NO EGITO, OS RITUAIS ERAM OFERECIDOS AO DEUS OSÍRIS, POR OCASIÃO DO RECUO DAS ÁGUAS DO RIO NILO. NA GRÉCIA, DIONÍSIO, DEUS DO VINHO E DA LOUCURA, ERA O CENTRO DE TODAS AS HOMENAGENS, AO LADO DE MOMO, DEUS DA ZOMBARIA. EM ROMA, VÁRIAS ENTIDADES MITOLÓGICAS ERAM ADORADAS, DESDEJÚPITER, DEUS DA URGIA, ATÉ SATURNO E BACO. 

NA ROMA ANTIGA, O MAIS BELO SOLDADO ERA DESIGNADO PARA REPRESENTAR O 
DEUS MOMO NO CARNAVAL, OCASIÃO EM QUE ERA COROADO REI. DURANTE OS TRÊS DIAS DA FESTIVIDADE, O SOLDADO ERA TRATADO COMO A MAIS ALTA AUTORIDADE LOCAL, SENDO O ANFITRIÃO DE TODA A ORGIA. AO TERCEIRO DIA ENCERRADA AS COMEMORAÇÕES, O “REI MOMO” ERA SACRIFICADO NO ALTAR DE SATURNO.DAI O QUARTO DIA PASSOU A CHAMAR-SE DE QUARTA FEIRA DE CINZAS, UM DIA TRISTE POR TER TERMINADO O REINADO DO DEUS MOMO. POSTERIORMENTE, PASSOU-SE A ESCOLHER O HOMEM MAIS OBESO DA CIDADE, PARA SERVIR DE SÍMBOLO DA FARTURA, DO EXCESSO E DA EXTRAVAGÂNCIA. 

COM A SUPREMACIA DO CRISTIANISMO A PARTIR DO SÉCULO IV DE NOSSA ERA, VÁRIAS TRADIÇÕES PAGÃS FORAM COMBATIDAS. NO ENTANTO, A ADESÃO EM MASSA DE NÃO-CONVERTIDOS AO CRISTIANISMO, DIFICULTOU A REPRESSÃO COMPLETA. A IGREJA FOI FORÇADA A CONSENTIR COM A PRÁTICA DE CERTOS COSTUMES PAGÃOS, MUITOS DOS QUAIS, CRISTIANIZADOS PARA EVITAR MAIORES TRANSTORNOS. O CARNAVAL ACABOU SENDO PERMITIDO, O QUE SERVIU COMO “VÁLVULA DE ESCAPE” DIANTE DAS EXIGÊNCIAS IMPOSTAS AOS MEDIEVOS NO PERÍODO DA QUARESMA. 

NA QUARESMA, TODOS OS CRISTÃOS ERAM CONVOCADOS A PENITÊNCIAS E À ABSTINÊNCIA DE CARNE POR 40 DIAS, DA QUARTA-FEIRA DE CINZA ATÉ AS VÉSPERAS DA PÁSCOA. PARA COMPENSAR ESSE PERÍODO DE SUPLÍCIO, A IGREJA FEZ “VISTAS GROSSAS” ÀS TRÊS NOITES DE CARNAVAL. NA OCASIÃO, OS MEDIEVOS APROVEITAVAM PARA SE ESBALDAR EM 
COMIDAS,FESTAS, BEBIDAS E PROSTITUIÇÕES, COMO NA ANTIGUIDADE. 
NA IDADE MÉDIA, O CARNAVAL PASSOU A SER CHAMADO DE “FESTA DOS LOUCOS”, POIS O FOLIÃO PERDIA COMPLETAMENTE SUA IDENTIDADE CRISTàE SE APEGAVA AOS COSTUMES PAGÃOS. NA “FESTA DOS LOUCOS”, TUDO PASSAVA A SER PERMITIDO, TODOS OS CONSTRANGIMENTOS SOCIAIS E RELIGIOSOS ERAM ABOLIDOS. DISFARÇADOS COM MÁSCARAS, FANTASIAS QUE PRESERVAVAM O ANONIMATO, OS “CRISTÃOS NÃO-CONVERTIDOS” SE ENTREGAVAM A VÁRIAS LICENCIOSIDADES, QUE ERAM, GERALMENTE, ASSOCIADAS À VENERAÇÃO AOS DEUSES PAGÃOS.

O CARNAVAL NA IDADE MÉDIA FOI OBJETO DE ESTUDO DE UM DOS MAIORES PENSADORES DO SÉCULO XX, O MARXISTA RUSSO BAKHTIN. EM SEU LIVRO CULTURA POPULAR NA IDADE MÉDIA E NO RENASCIMENTO, BAKHTIN OBSERVA QUE NO CARNAVAL MEDIEVAL – “O MUNDO PARECIA FICAR DE CABEÇA PARA BAIXO”. 
VIVIA-SE UMA VIDA AO CONTRÁRIO. ERA UM PERÍODO EM QUE A VIDA DAS PESSOAS TORNAVA-SE VISIVELMENTE AMBÍGUA, POIS A VIDA OFICIAL - RELIGIOSA, CRISTÃ, CASTA, DISCIPLINADA, RESERVADA, ETC. – AMALGAMAVA-SE COM A VIDA NÃO-OFICIAL – A PAGÃ E CARNAL. O SAGRADO QUE REGULAMENTAVA A VIDA DAS PESSOAS ERA PROFANADO E AS PESSOAS PASSAVAM A VER O MUNDO NUMA PERSPECTIVA CARNAVALESCA, OU SEJA, LIBERADA DOS MEDOS E DA ÉTICA CRISTÃ. 

COM A CHEGADA DA IDADE MODERNA, A “
FESTA DOS LOUCOS” SE ESPALHOU PELO MUNDO AFORA, CHEGANDO AO BRASIL, AO QUE TUDO INDICA, NO INÍCIO DO SÉCULO XVII. TRAZIDO PELOS PORTUGUESES, O ENTRUDO – NOME DADO AO CARNAVAL NO BRASIL – SE TRANSFORMARIA NA MAIOR MANIFESTAÇÃO POPULAR DO MUNDO, NUMA DAS MAIORES ADORAÇÕES AOS DEUSESPAGÃOS DO PLANETA E, POR TABELA, NA MAIOR APOLOGIA A PROSTITUIÇÃO APOIADA PELO ESTADO. VOCÊ VAI PARTICIPAR DO CARNAVAL? 

EGINA CARLI DE ARAÚJO RODRIGUES É PROFESSORA DE HISTÓRIA DAS REDES PÚBLICA E PARTICULAR DE ENSINO NO ACRE (EDUARDOEGINACARLI@BLOGSPOT.COM) 

EDUARDO CARNEIRO, FORMADO EM HISTÓRIA, É ACADÊMICO DO MESTRADO EM LETRAS PELA UFAC.


DEUS VÊ TUDO ISSO?
Deve ser horrível para Deus ver até o que não gostaria de ver. Ele não pode virar o rosto para o outro lado ou mudar de canal. Quando o Senhor chamou Moisés ao Monte Sinai para lhe dar a planta do Tabernáculo e as tábuas de pedra com a Sua Palavra, permanecendo com ele durante quarenta dias e quarenta noites, Deus viu, simultaneamente, o povo lá embaixo realizando a primeira festa da carne descrita na Bíblia. Deus mandou Moisés descer depressa e, quando ele chegou ao arraial, ficou horrorizado com a cena que os olhos de Deus já tinham visto: o povo expondo a nudez publicamente, bebendo e comendo, e mantendo relações sexuais em volta do bezerro deouro – o primeiro carro alegórico. Em reação ao que tinha visto, Deus feriu o povo (Êxodo 32:35).
E NOS DIAS DE HOJE,
DEUS NÃO FAZ NADA?
Naquele carnaval de 2007, a escultura do diabo acenava alegremente para a multidão e tirava fotos das pessoas nas arquibancadas quando, repentinamente, seu braço pegou fogo e os bombeiros lutaram para apagar as chamas.
A TV mostrou a imagem triste e queimada do diabo, que teve de desfilar até o fim de cabeça baixa. Antes tão soberba, agora a imagem parecia envergonhada. Assista no YouTube:
Já no carnaval de 2008, a arma do Anhanguera (leia-se Espírito Mau em tupi) deveria dar tiros de pólvora e soltar fogo, mas um defeito inexplicável não permitiu que o efeito pirotécnico acontecesse. Coincidência também? Claro que não! Deus está passando a mensagem – não percebida pela maioria – que o diabo não tem autorização para agir livremente, mesmo nos dias da sua festa.
ANTIGAMENTE,
O DIABO DISFARÇAVA...
A festa do Carnaval existe desde antes de Cristo. Era celebrada no antigo Egito, bem como na Grécia antiga e em Roma. É claro que ainda não se chamava Carnaval.
No antigo Egito esta festa era dedicada ao deus Osíris, em celebração pelo recuo das águas do rio Nilo, onde eles semeavam o trigo. Os egípcios, então, fantasiavam-se e apresentavam diversas oferendas ao deus Osíris, para que ele proporcionasse uma boa colheita.
Na Grécia, a motivação também era pagã e os gregos se fantasiavam para louvar Dionísio – o deus do vinho e da loucura – e também o deus Momo – o deus do escárnio, da bagunça e do desrespeito.
Em Roma, a mesma festa religiosa era para homenagear o deus Júpiter – o deus maior dos falsos deuses.
O que todas estas celebrações tinham em comum era a motivação religiosa, com sacrifícios de animais e até de humanos, bebidas e comidas em excessos, bem como nudez pública e sexo desenfreado.
Roma adotou diversas divindades gregas, entre elas o deus Momo. Todo ano, César ordenava que se escolhesse o mais belo e forte soldado de suas tropas para entronizá-lo como o rei Momo. Nesta coroação, as autoridades romanas lhe entregavam a chave da cidade. Durante três dias, aquele belo soldado, empossado como rei Momo, tinha toda autoridade para ordenar o que quisesse. E o rei Momo liberava tudo. Nada era proibido e tudo era permitido. Muita bebida, muita comidamuito sexo desenfreado e nenhum dos seus súditos seria punido por qualquer coisa errada que fizesse. No quarto diao reinado de Momo se encerrava e aquele belo e forte soldado romano era sacrificado ao deus Saturno, na festa chamada Saturnália, que anunciava o fim do inverno e a volta do sol, que proporcionaria boas colheitas. Séculos depois, passaram a escolher o mais gordo entre os homens para se tornar o rei Momo, com o objetivo de conseguirem mais opulência no ano-novo. Porém, no quarto dia, o gordo Momo era sacrificado ao deus Saturno. Ou seja: três dias de permissividade e, depois, a tristeza e a morte no quarto dia (o que deve ter dado origem à atual quarta-feira de cinzas).
Quando os prefeitos brasileiros entregam as chaves de suas cidades parao rei Momo, na verdade, sem o saberem, estão entregando o domínio a Satanás, disfarçado no falso deus Momo, o deus pagão do escárnio e do profano.
É evidente que os egípcios, os gregos e os romanos estavam crentes que homenageavam seus deuses protetores e nem imaginavam que, na verdade, homenageavam o diabo e lhe davam toda a autoridade para roubar, matar e destruir.
Mas há uma forte pista aqui: segundo a mitologia grega, o deus Momo foi expulso do Monte Olimpo e precipitado na Terra, por ser um deus escarnecedor e desrespeitoso. A semelhança desta lenda com o relato bíblico da precipitação de Satanás do Monte Santo de Deus não deixa de impressionar (Ezequiel 28:14-19). Assim como o deus Momo foi lançado na Terra, Satanás também o foi (Apocalipse 12:12).
Como a religião cristã se espalhou pelo império romano, e a festa dos três dias em honra aos deuses pagãos continuava com forte apelo popular, a Igreja Católica decidiu incorporar aquela festa religiosa pagã ao seu calendário, com a ressalva de que os três dias de excessos não poderiam jamais ocorrer ANTES de quarenta dias da Páscoa. Este foi um grande erro da Igreja: ao invés de combater a festa, resolveu incorporá-la. Os católicos antigos interpretaram a decisão da Igreja da seguinte maneira: “Quarenta dias antes da Páscoa pode? Então, vamos aproveitar!”. Foi assim que os cristãos de Milão, na Itália, criaram a palavra CARNEVALE, que em dialeto milanês quer dizer tempo em que vale tudo da carne”.
O Brasil foi o país que melhor interpretou este vale-tudo. E ainda se orgulha muito disso. Na época do Carnaval até o governo colabora com verbas altíssimas e farta distribuição de camisinhas e pílulas do dia seguinte, que impedem a gravidez para quem, no auge do vale-tudo, transou sem preservativos.
No ano passado, o Pastor Juanribe Pagliarin foi a Salvador para pregar na sede da Paz e Vida e, ao descer na escada rolante do Aeroporto Internacional Luís Eduardo Magalhães todos os que chegavam eram recepcionados por baianas simpáticas que estendiam a mão e entregavam algo aos turistas. As pessoas pegavam sem saber o que eram. Sem pensar, quase que automaticamente, eu estendi a mão e também pegue. Eram camisinhas grátis. Ele olhou em volta e havia alemães, holandeses, americanos, argentinos, enfim, pessoas de todas as partes do mundo. Disse o Pastor, fiquei com vergonhado dos nossos governantes, porque qualquer turista naquela hora faria a seguinte leitura: “Neste país a gente chega e o governo brasileiro nos convida a ...?”. Pergunto às nossas autoridades: Será que todo turista que vem ao Brasil, vem para fazer sexo?Será que em algum outro país do mundo os turistas são recepcionados com preservativos? Bem, no Brasil, o Carnaval é o tempo em que vale tudo da carne.
A ORIGEM DAS MÁSCARAS
DE CARNAVAL
Quando a Igreja Católica incorporou o Carnaval ao seu calendário religioso, os católicos de então, para aprontarem tudo o que queriam e não serem reconhecidos, adotaram máscaras para esconderem o rosto. Isto começou em Roma, Veneza e muitas outras cidades italianas, e se espalhou pelo mundo, numa tradição que permanece até hoje em muitos países. No Brasil, até bem pouco tempo, as máscaras também faziam parte do Carnaval. Hoje, não mais. As pessoas não vêem mais necessidade de esconder a cara porque a vergonha desapareceu e tudo se tornou “normal”...
DE VOLTA ÀS CINZAS...
Porém, assim como o rei Momo era sacrificado na Roma antiga, vindo a morte e a tristeza no quarto dia, assim também acontece aos que se entregam ao vale-tudo da carne. Colocar cinzas na testa, em formato de cruz, é apenas uma lembrança da morte, e que todos, um dia, voltarão ao pó e às cinzas, quando terão de prestar contas Àquele que vive para sempre!
Mas, enquanto a quarta-feira para eles é de luto, tristeza, vazio, solidão e cansaço, na Paz e Vida toda quarta-feira é de vida, alegria, preenchimento, comunhão e vigor graças ao derramamento do Espírito Santo por Aquele que tem todo o Poder no Céu e na Terra! E que brevemente voltará!
Quando o Diabo pegou fogo na Sapucaí, os bombeiros conseguiram apagar. Mas quando Jesus voltar e cumprir a Sua Palavra, aquele fogo nunca se apagará:
“E o diabo, que os enganava, foi lançado no lago de fogo e enxofre,
onde está a besta e o falso profeta; e de dia e de noite serão
atormentados para todo o sempre”. 
(Apocalipse 20 : 10)
Pastor Juanribe Pagliarin